03 março 2012

que é frágil, que te adora

cinema, taí algo que preciso me dedicar mais. desde a trilogia do Poderoso Chefão encostada aqui em casa e nunca assistida por mim, até ter uma agenda de filmes que preciso ver.

me dou muito bem com a linguagem cinematográfica, em grau menor se comparado com a música, mas consigo transitar bem por uma gama grande de linhagens diferentes.

isso dito, se explica como consegui assistir a "O artista" e "A separação" em sequência nessa sexta feira e me senti tão emocionado com os dois. e mais além, como esses dois tem sido o grande burburinho do cinema em 2012 sem ter um traço do cinema típico dos padrões hollywoodianos, me da uma satisfação pessoal muito grande.

são grandes filmes que não cabem explicar aqui, mas trazem uma sensibilidade que há muito eu não via, porém, sem trazer nada de complicações para quem assiste, apenas tensão, alegria, rancor, riso, através da narrativa. não cansa.

é uma recomendação e uma promessa pessoal: por que não o cinema?

Pedro.
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