25 fevereiro 2012

do árido à miragem

não fiz um balanço de 2011 na cabeça e agora tenho dificuldades em fazer as projeções de 2012.

ninguém sabe o que vai acontecer no decorrer do ano, mas algo se espera. isso sim, eu sei o que esperar: fiz um plano. mas vou pensando o decorrer dos meses e os blocos de visões futuras se misturam a tudo que aconteceu no ano passado.

o que eu fazia no primeiro semestre? como eu vivia? onde estava nessa época do ano? ainda é difícil pra mim acreditar que cheguei sem lugar definido pra morar em R.O e que assim vivi até Outubro. vendo agora parece maluquice e foi. o ano inteiro tocando o foda-se pra onde eu estava.

mas agora não é hora. são seis da manhã e eu começo a encher o saco do Paulo com essas questões e especialmente hoje estou um pouco angustiado. é o verão terminando, o horário de verão fazendo o dia e a noite chegarem na hora certa, é a falta de costume de digitar no celular novo (é a mesma coisa do antigo, mas é uma questão sentimental mesmo).

essas coisas são pequenas e não chegam a me chatear, mas, poxa, verão só ano que vem, fim das férias. lá vou eu de volta pra R.O, acompanhar o mundo pelo notebook com uma cartela de dramin.
...

não consigo dormir.

Pedro.
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