10 novembro 2011

seguir seguindo

(...) E eu não mereço um beijo partido
Hoje não passa de um dia perdido no tempo
E fico longe de tudo o que sei
Não se fala mais nisso, eu sei
Eu serei pra você o que não me importa saber
Hoje não passa de um vaso quebrado no peito
E grito
Olha o beijo partido


Beijo Partido
(Toninho Horta)

...

Dias de sol, noites de lua cheia.
Alegria. Paah está aqui em Rio das Ostras. Ele veio e com ele veio o sol e o dia mais completo - passada a noite mais vazia.

Ontem teve praia o dia todo. Arrependimento é não ter o registro do mar, do sol e da paz do dia de ontem.

A noite foi de lua cheia, tarot da Marina e choppada. Se fosse outra pessoa, eu me surpreenderia, mas Marina é muito pontual em suas projeções futuras. E a roda da fortuna girou e parou em mais de duas casas.

A choppada de ProCult é o evento do ano. Se divide entre quem vai e quem não vai. E sempre quem tem que ir, vai. Dessa vez eu fui sem solidão. E aconteceu todo o inesperado previsto: amor e ódio.

Marquei. Por algo tão nonsense, veio a tona a imagem que Rio das Ostras vinha trazendo: um lugar de ser outro. Nada grandioso, uma brincadeira. Mas sem hora pra brincar. Replay de verdades, medos e escândalos. Morte na volta pra casa. Das de se perguntar: mesmo? E ainda assim, sinceras desculpas, vamos seguir.
(And try to get through this. Both of us.)

Mas parabéns, ProCult, a choppada foi um sucesso.
Era a segunda coisa que eu mais esperava.

Pedro.
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