13 novembro 2011

de dia eu faço graça pra não dar bandeira

Proximidade demais virando provocação. Tensão.
Às vezes pela frente, às vezes por trás. Por debaixo da calça, com a voz no ouvido e a boca na orelha. Dando a entender o que poderia ser. Na casa nova, com a amiga do lado antes de beber uma cerveja, jogando videogame, esperando na entrada e durante a festa infantil. Cínicos que só.
De onde saiu isso? Atração virando aversão em questão de movimentos futuros.
Não houve evolução.

Outro dia a noite, nós estávamos na porta da faculdade esperando um ônibus pra viagem. Chegaram dois. Entramos no primeiro que nos deu na telha. E não era o nosso. Mas aí já era tarde...
Na impossibilidade de descer e ter o trabalho de voltar, eu e minha amiga topamos, num clima de aventura, ver no que ia dar. Uma viagem pra uma praia desconhecida por muitos. E, de fato, a paisagem que estava do lado de fora era linda.
E nunca chegamos à praia, mas eu fiquei feliz só de ter alterado a rota.

Por fim, saí do trabalho da minha mãe (em São Paulo) e fui a padaria. A dona da Vaca, Galinha e Cia. era a dona dessa padaria. Fui comprar doces e estava fechando. Minha monitora de Ética e Estética estava trabalhando lá e me ajudou. Acabei comprando 2 doces, fazendo um prato cheio de molho e peixe que depois (desastradamente) passei para uma espécie de marmita, deixando cair algumas coisas.
Comprei pão e fui orientado a passar sempre mais cedo, pois "a fornada boa sai às duas horas".

...

Acordei e entendi por que Mário Quintana diz que "Dormir é acordar-se pra dentro".

Pedro.
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