08 outubro 2011

pode deixar que o corpo vai

deixa. me deixa.
de hoje eu só quero ser deixado nesse ônibus por Marina, querida, e que tudo mais vá pro inferno.

eu fiz a minha parte. eu tô tão contente que a moça ao lado percebeu. estou quase fazendo a linha Forrest e contando toda minha epopéia a ela.
nunca vou conseguir descrever a ALKAHOL. o que significou, como foi, o que foi.
quem foi, soube. eu fui mas não sei.

com esse sentimento de tudo dentro do coração e com a saudade mais cheia que se pode aguentar, eu volto pra casa depois de um mês, uma festa, 2 banners, muitas horas, muito sufoco, alguns sapos na garganta e propostas. adoro as propostas.

adrenalina vicia, dizem. from now on eu acredito.

Pedro.
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