15 setembro 2011

sonhos são iguais: terra à vista

o post de hoje faz parte da sequência dos posts referentes a dias comuns. é qualquer coisa jóia.
a casa tá uma coisa engraçada, umas brigas, uma louça psicológica pra lavar, as meninas se matando, os meninos nem aí. mas quando o modo "cidadão pacato" está ligado isso não faz muita diferença.
eu vago.

acordo, vou a aula, almoço,
paro.

academia, tarde, divago, penso,
paro.

canso, casa, internet, texto, desisto,
paro.

eu quase não falo.
e adoro tudo isso.

os dias passam sem dor, como os dias são (ou deviam ser).

sem ansiedade nem tristeza. sem vontade de nada.

a gente tá aqui pra existir, afinal?

eu tô existindo.
amanhece, entardece, anoitece.

estamos aí.
qualquer coisa é só chamar.




eu não paro.

Pedro.
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