22 junho 2011

releve quem pouse a pele

Daí que se resolve não ter mais noite
nem se fazer matinè.
São dias apenas, sol a sol, seja lá ou aqui.
E qualquer cochilo é um lapso, um erro.
Caminho o tempo todo, distraído, quase num fechar de olhos, sozinho.
Eu vago.
A última noite de sono, não esqueço.

Pedro.
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