14 abril 2011

quando um descaminho acha o seu desvio

Bom de não estar perto na hora que a inevitável casa caísse. Mas quem me dera estar perto na hora de te lembrar que você é um menino bonito e bom.

O mundo não é quadrado nem lógico. O mundo continua redondo e pendurado de um jeito que ninguém sabe como.

As coisas são complexas e é difícil julgar caso qualquer com nosso parco conhecimento de vida, nossa frágil definição de amor, de felicidade, de consciência. Nossa eterna tentativa de ser um reflexo do que vimos. Estou longe disso.

Como se eu estivesse em cima do muro. Não estou.
Sendo esse um espaço único de opinião, eu tenho a minha, e eu a considero parte de um consenso geral, onde há certo e há errado (e variáveis), você sabendo disso, não preciso ficar martelando na sua cabeça todos esses julgamentos, essa cruz que deve ser esse momento. Isso é chato pra mim e pra você, nos desgasta.

Como amigo que me considero e está aqui pro que der e vier, eu vou te ligar em breve e nós podemos ir ao cinema. Eu te digo “oi” e você me diz “oi” e conversamos sobre o mundo afora. Guardada minha opinião do outro lado do muro e nossa amizade em qualquer outro lugar.

Pedro.
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