15 março 2011

não tinha teto, não tinha nada

Hoje não é segunda-feira, mas tem só história pra contar.
Cheguei em Rio das Ostras ávido por uma casa. Mas ao contrário do que eu era ano passado, estava relaxado e apto a virar cigano de casa em casa se fosse o caso de não ter a minha. Pra isso fiz até um kit-casa pra facilitar a movimentação. Mas o acaso é quem faz a lei, senhores. E com ele na retaguarda eu caí na casa da minha madrinha Ariadne só conseguir chegar e deixar a mala.

Fui pra faculdade e Marcelo, meu fiel escudeiro e ex-vizinho, resolveu me mostrar sua nova casa. Ok, vim, vi, curti e disse pra ele: “Tchello, vou morar aqui”.

Aqui estou.

É uma república nova num prédio novo situada no primeiro andar com vista direta pra UFF. Além de mim e do Marcelo, moramos com mais quatro: Céris, Bia, Letícia e Paulo Vitor. O apartamento é grande e nos comporta bem e como toda república em começo de carreira, por enquanto tudo são flores. Já esperto pra isso, sei bem por que grifar esse por enquanto.

Hoje é terça-feira e não tem parque.
A gente vai levando assim enquanto tem que ser.

Pedro.
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