26 março 2011

eu não quero cantar pra ninguém a canção

para ler ouvindo: Torch (Alanis Morissette)


Como parte da seqüência de festividades que venho participando, fui ser de companhia nessa. A noite principal do Ostras Cycle, festival de motociclismo de grande porte que não tem nada a ver comigo mas que eu simpatizei pela boa estrutura e educação de todos. Não houve tempo ruim pelo fato de muitos presentes não se encaixarem no esquema deles, o clima turístico prevaleceu.

A turma era grande e havia muitas ansiedades. Eu queria chegar em casa e ler algo bonito, havia quem não sabia o que queria, havia quem sabia bem o que queria. Eu estava num dia bom, apaixonado e não podia ficar sozinho.

Fomos pro píer fazer jogos, aqueles em que alguém sempre sai decepcionado e se esquece logo depois. Mas eu que não tenho não sou daqui, não tenho amor, sou de São Paulo e gosto de ver que não estou desesperando e que ainda posso escrever coisas boas sem ler antes. Mas quanto ao jogo (que é o que se passava enquanto eu pensava nisso do lado de fora), achei o resultado bem satisfatório.

Depois “partiu praia”, areia e cerveja. Mais papo, identidade e aproximação. Acabaria aqui, mas a casa da Carol foi a opção pra estender a noite até o dia chegar. E chegou. Então depois dela, estendemos o café na casa do Cohen. Deles e delas, momentos de boa conversação. Surpresas.

Agora acabou mesmo. Mas não havia sono, nem fome, nem dia.
Só saudade.

Pedro.
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