13 fevereiro 2011

um dia se encontraram sem querer

Se Edu Krieger fizesse esse show num playback descarado, eu já me daria por satisfeito, por que tá pra eu gostar de alguém como gosto dele, de graça. E gosto mais quando ouço as histórias malucas da minha amiga Dary com ele e Marcelo Caldi aqui em São Paulo. Desde a forma que se conheceram (num show do Chico!) até a amizade dos dias de hoje, vê-se que Edu é um achado.

Como a grande maioria, conheci Krieger através de Maria Rita quando ela gravou Ciranda do mundo e depois Novo amor e Maria do Socorro. Depois passei a ouvi-lo também com Roberta Sá e depois pelo próprio Edu, quando em 2009 ele lançou "Correnteza", certamente um dos meus discos de cabeceira que eu adoro da primeira a última música.

O que eu mais gosto nele são as rimas e cada jogo de palavras pra ficar tudo encaixado daquele jeito bonito que eu penso no trabalho que dá. É maravilhoso.

Mas o show não foi playback, o Caldi estava lá tocando uma sanfona excelente, PC na percussão e nos sopros e Edu no violão de 8 cordas e voz. Um show pra guardar na memória. E não foi só.

Na saída do show, autógrafos, aquela tietagem normal. Fui apresentado ao pessoal e fomos todos pro Genésio na Vila Madalena, beber o famoso melhor chopp de São Paulo.

Um dia que já era especial ganhou um show e uma noite pra guardar na memória com o Rio em Sampa.

Pedro.
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