26 fevereiro 2011

mas já são quatro e tal

Madruguei lendo o confessionário. Antes disso passava Brokeback Mountain na tv e mais uma vez eu fiquei impressionado com aquela fotografia do filme e com o trato tão suave do tema. Reparei pela primeira vez no lance do Mexico, na época não tinha entendido.

Mas no Confessionário a fotografia era mais pra série Alice da HBO. Uma sucessão de fatos em textos no período de quase 3 anos, coisas que eu não repenso, mas estão lá e eu li a madrugada inteira fatos que ocorreram em outras tantas madrugadas.

Aquela vez na Loca, sozinho, bêbado e sozinho. As noites de quinta (feira e categoria) no Centro. O tão especulado namoro que eu fui entender partes do começo dele só hoje. Os blackouts, os excessos, os encontros. Uma confusão, com intensidade.

Senhores, chegando essa época do meu aniversário a pior coisa que eu posso fazer é isso que eu fiz, remexer nesses baús. Fica uma confusão na minha cabeça que nem digo. Preciso dormir, tenho show pra assistir hoje a noite, depois não consigo dormir na madrugada de amanhã. Salvando-se apenas a Gambiarra de domingo pra segunda.

De todas as maneiras, Brokeback Mountain é um grande filme, desses que a gente pode ver mais de uma vez. O mesmo eu não sei se quero dizer do Confessionário, mesmo sabendo que foi bom, foi bem caótico. Been there.

Pedro.
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