12 janeiro 2011

adivinha o quê

para ler ouvindo: Flor de fogo (Chico Pinheiro)


Não gosto de silêncios. Não gosto de adivinhações e não gosto de ficar curioso.
Mas quem disse que tudo na vida a gente tem que gostar pra poder viver?

Já foi dito, ser genioso não é ser difícil. Eu não sei de quase nada. Do que eu vejo, sei por saber, da notícia do link no twitter, do que ficou guardado de uma aula de antropologia, da minha memória de infância, de idade adulta. Pouco. Mas não verbalizado não sei de nada. Se tem deus, signo, acaso. Não vejo, não sei. Acredito em tudo se me disser. Mas tem que me dizer.

Então quando acontece de não saber e não dizer eu deixo passar ou prefiro esquecer. Pode não ser pra mim. Tanta coisa a gente guarda em caixa, escreve e rasga. Pensamentos felizes pra passar. O que for que amenize o desconforto do momento. Canto uma canção, tento pensar em algo melhor, whatever works it's not working.

De Marcelo Jeneci a Jorge Amado, tenho sorte que referências de felicidade não me faltam em hora alguma. Portanto, pode vir todos os silêncios e todas as dúvidas e curiosidades. Tô pronto.

 

Pedro.
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