21 dezembro 2010

domingo no parque #73

Aquele do último do ano

para ler ouvindo: Musa Calabar (Guiguio)



Mal recuperado de sexta e de sábado, lá fui eu pro meu último domingo, aquele verdadeiro que vai me fazer falta até o fim de janeiro. Nessa última, com o público sempre acima do esperado, a festa aconteceu em dois lugares: o tradicional Open Bar e uma casa próxima, o ShowBar. A Vila Madalena e arredores tem essas casas pra 1000 pessoas que na verdade só cabem 700 e como o público esperado era de 1800 pessoas, melhor duas do que uma só.

Comecei a pensar no ano Gambi e cheguei à conclusão que a festa cresceu, como já se sabe, mas as pessoas (mais uma vez) pararam de absorver o crescimento. Os grupos, as panelas, meus próprios amigos se fechando em copas, é difícil para quem, como eu, não sossega num canto só. Eu quero mais.

A produção cresceu, tem gente nova e interessada, o novo público, as novas idéias. Tem que estar pronto pra tudo só por que do jeito que está não vai ser mais. Acho essa idéia de tentar manter as coisinhas nos seus lugares e sempre da mesma maneira muito careta. É, careta. E enquanto eu estava fora percebi que isso voltou. Mas eu também voltei e quero que isso acabe.

Volta pra festa. As duas casas estavam ótimas e a van que levava de uma casa a outra foi super eficiente. Melhor momento da noite foi sair, beber, conversar. Depois voltar pro Open Bar e comer pizza na porta. Pizza na porta com Paah e Pedro é o trava língua da alegria. =)

Dentro do Open bar a festa voltou a tomar jeito de Gambi de domingão. As bagaceiras, as coreografias, os assuntos. Tudo bom demais. Parte boa: “Who do you think you are” com um Gu Rangel que acontece ser um Spice Boy! Coisas que se fechar o cerco a gente nunca descobre.

Pra mim fica essa marca de que eu quero mais do novo ano que vem, pra não deixar cair jamais. Essa Gambi foi pra deixar saudades.
ps: We'll be back.

Pedro.
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