27 novembro 2010

uma festa imodesta como essa

E eis que chega a hora tão esperada! Após tanto aguardo, a festa dos calouros de Produção Cultural saiu do papel e aconteceu ontem a noite. Quem tava lá na praia viu e quem não viu jamais verá.

O tema da festa era PROCULT no País das Maravilhas e eu adorei a idéia. Acostumado com festas temáticas Gambiarra e cansado da pasmaceira das choppadas tradicionais (sempre as mesmas pessoas, o mesmo carão, meninos de pólo e jeans, meninas de vestido e salto, gente bonita e clima de paquera), achei que fosse algo pra interagir e tive a idéia, junto dos amigos de fazer um hapenning. Se todos fossem caracterizados, passariamos despercebidos, se ninguém fosse, seria bom pra abalar as estruturas e fim.

Optei pela caracterização de índio pós moderno. Algo como "aula  de antropologia meets aula de teorias da arte pós moderna em época de guerra no morro do Alemão", assim, tudo junto. Então teve pintura facial de guerra com cores do pós modernismo e um funk na camiseta pra agregar um ambiente festivo à coisa toda. Afinal, a missão era de paz. A idéia era (é) sempre quebrar as estruturas, derrubas as prateleiras, dizer sim ao sim.

Chegando na festa, a não surpresa de todos conforme manda o figurino tradicional. Mas até eu perceber isso, já estava em clima de festival e a festa rolou num ótimo clima. Teve seus momentos bons e seus ápices. No downers.

Eu também estava querendo essa festa para fazer fim de temporada, de modo que pudesse anunciar nesse fim o que vem depois. E o que vem depois, ok, eu também não sei. Mas se depender da antecipação de agora será uma sequência muito mais feliz.


(fotos em breve)


Pedro.
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