24 outubro 2010

sick, sick, sick


Passei a semana toda em "state of emergency" como fotografei Bjork cantando na 2ª feira. Além do braço queimado que continua enfaixado todos os dias, voltei de São Paulo acompanhado por uma febre que me derrubou totalmente essa semana. Terça feira foi uma das piores noites que eu me lembro, com muita febre (e muito sono).

Os dias que se seguiram também não foram simpáticos, a garganta fechou e eu passei a existir de forma zumbi. A febre foi forte assim como a dipirona é forte e ambas me deixaram dopado, portanto eu não consegui ir além da faculdade pra cama e da cama pra faculdade até ontem pelo menos, quando eu melhorei mais. 

Hoje estou 98% e ainda me guardo para voltar amanhã, 100%. Mas pela primeira vez desde que me mudei, preferiria estar em casa. Já não basta a vulnerabilidade do corpo, a da cuca vai junto. E nada como pai e mãe pra não deixar a peteca cair nessas horas. Mas eu fiquei.

Não gosto de doença nenhuma, mas febre em especial me deixa muito mais frágil que todas as outras. Além de ter calafrios, corpo quente, garganta fechada, etc. também tenho nostalgia. Acho que febre me remete a infância no sentido sensorial, daí eu fico pior.

O bom é que já passou, foi a gripe do ano pra lembrar que eu ainda sou gente. Apenas o momento foi errado, Outubro. Mais um pequeno caos das desventuras desse mês que parece ser um reality show tipo Survivor. Mas ok, eu já passei por 21 etapas, essa realmente não foi a mais difícil.

Pedro.
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