15 outubro 2010

perdido em muitos sorrisos

Hoje foi um dia tão leve e perfeito que ele poderia se repetir infinitas vezes e eu não reclamaria. Foi levando, levando... Quando chegou ao fim eu já estava vidrado nele.

Primeiro é o clima de casa que está muito mais tranquilo. Mamãe, apesar de continuar a mesma, parece respirar mais fundo pela primeira vez depois de muito tempo, está mais sorridente, levando tudo numa melhor. As coisas parecem melhorar, sim, mas a culpa é toda de papai que está mais voltado pra casa e pra ela. Parou de beber, parou de sumir, parou com tudo. Eles vão ao cinema, ao teatro... E eu torço que dure pra sempre. A casa está leve.

Depois fui jogar meu novo Banco Imobiliário na casa da Rossana com Cidy, Lari, Nati e Paah. Foi ótimo também (apesar de ter sido o banco dessa vez!). A tarde com os amigos e jogos!


À noite minha irmã me levou pra assistir Gypsy no Teatro Alpha e digamos que no meu dia leve foi uma coisa bem pesada. A peça demora pra pegar ritmo, é estranho. Um pouco pela história em si e as versões em português também não ajudaram. Análises de produtor, don't mind me.

Fim de noite com Paahzito na Bella Paulista, a melhor padaria, a melhor companhia, melhor pizza para a melhor fome. E ainda tive um Tchai de Maracujá vermelho no Vanilla. Quer dizer...

Quer dizer que esse dia merece um replay com narração de Galvão Bueno e comentários de Carlos Casagrande e patrocínio da Skol, que foi a cerveja que brindou o início do dia todo.

E se ele tivesse uma dedicatória, seria para a Thay, que certamente precisa de um dia (muitos dias!) assim, pra se lembrar que a vida não tem compromisso com nada além dela mesma.

Pedro.
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