14 agosto 2010

viro outras, beijo sem

Dia 2 de viagem!

Hoje acordamos tarde e ficamos vendo DVDs raros de dona Maria Bethânia e do Caetano. Ty convive muito com pessoas próximas a artistas no Rio. Me apresentou Rodrigo Faour que é um cara que eu admiro demais. E ele sempre me conta muita história de backstage.

O Rio é um ovo, então sempre se conhece alguém que conhece alguém que sabe de algo. Hoje no café havia um pessoal da Biscoito Fino (gravadora da Bethânia) do nosso lado. Em Sampa as coisas são mais divididas, dá pra se esconder. Aqui no Rio, todos estão muito próximos e vão aos mesmos lugares e tudo vira referência. Ty está no centro disso tudo: lugares, pessoas, informações. Eu gosto disso nele.

Meu presente de São Paulo foi Jeff ter vindo. Jeff, o hiperativo, é uma excelente companhia e andou conosco Copacabana inteira atrás de Aquino. Depois fomos almoçar, conhecemos o Rapha Montes (membro da comunidade da Gambiarra que também iria na festa) e arquitetamos um plano: ir pra casa dormir, depois ir pra Lapa beber e pra acabar a Gambiarra. Voltamos pra casa pra dormir e preparar a noite.

Corta pro momento em que estamos todos prontos, na Lapa encontramos todos. A gangue ta unida: Pedro, Ty e Edu. Os meus primeiros amigos cariocas. Jeff que eu trouxe de Sampa e Rapha que é família Gambi. Vamos conhecer a Lapa. Mas antes... Um brinde. E encantado pelos preços e pela quantidade de bebida que é servida, eu resolvo pedir minha primeira Cuba Libre de 5 reais que é servida num copo de 750ml. E pergunto a vocês, pra que?
Depois dos arcos, dos bares, das ruas, das histórias... Eu já estava bem. Mas sempre aparece uma barraca onde se vende tequila (?) Jose Cuervo (???) a 3 reais a dose (???????). E aí sim temos um começo de noite.

Pedro.
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