03 agosto 2010

domingo no parque #62

(fim da entrevista pro WitchMor para a comunidade da Gambiarra)

Bem, por onde começar?

Esse é um espaço da entrevista que eu posso dizer o que eu quero a quem eu quiser. Pois eu tenho algumas coisas a dizer para pessoas que, acredito, precisam saber disso.

Primeiro de tudo: não é todo dia que encontros acontecem.
Pode parecer besteira, mas visto de onde eu vejo é algo realmente grandioso. O mundo de tantos desencontros e inimizades e nós fazendo esforços pra nos encontrarmos, querendo cada vez mais passar tempo juntos, nos conhecendo.

Segundo: me sinto grato por isso.
Por vocês estarem na minha vida, por existirem. Estar entre vocês, dançar, rir, fazer nossas maluquices, tomar café, acertar, errar, discutir, chorar... É o melhor do dia, da semana! Me faz bem demais.
E aqui eu posso agradecer a cada um de vocês que eu conheci – e estava destinado a conhecer – desde aquele primeiro momento, no dia 3 de Agosto de 2008 com um flyer de uma peça velha pra pegar desconto na porta de uma festa nova pra atores, a Gambiarra.

A gente foi, veio, ficou. Tem tanta história pra contar que daria certo um livro nosso de tantos capítulos existentes. Se juntarmos pra falar, vai ser um tal de “lembra disso” e “lembra daquilo” que não vai acabar mais.

Agora eu to indo embora.
E o show... O show tem continuar. Provavelmente quando lerem isso a entrevista já saiu, nós já estamos distantes e eu já estou com saudades, podem apostar. Saudades de casa, saudades de pai e mãe, da minha irmã, dos meus cachorros e do meu quarto, do meu namorado, dos meus amigos, da minha comadre, dos djs, dos abraços, das canções... Saudade.

Pra uma aposta tão alta, é por que eu acredito que vá dar certo.

Todos me deram muitas certezas, incluindo a de poder volta, muitos conselhos, muitos vestiram a placa e procuraram o “nosso Progresso”, me deram o sentimento mais verdadeiro que há. Eu levo tudo isso comigo pra onde quer que eu for.

Obrigado,
pelo que não tem preço, nem nunca terá.

Pedro.
x