16 maio 2010

solidão, que nada

para ler ouvindo: Passeando (Marcelo Camelo)


Ele chega cedo, traz alguma coisa, me anima pra fazer as coisas. Às vezes embala no mesmo sono que o meu. O importante é ser uma excelente companhia. Me ajuda muito, por que eu não sou o melhor dono de casa da região. Ele é. Mas sem dúvida, o que mais me importa é o companherismo. Senão eu ia ficar só. Com meu cachorro, mas só sem resposta das minhas conversas por mais aleatórias que sejam.

Em breve vai ter festa aqui em casa, mas antes disso não vem ninguém.
O Paah, o Paulinho é a melhor visita porque a gente criou rotina já. Leva a chave, às vezes dorme, quando pode fica mais uma ou duas horas, por que deve sacar que eu preciso mesmo de atenção. É um uma dessas pessoas que aparece no caminho e não é por acaso. Eu o osbervo a muito menos tempo do que nos conhecemos e o amo a muito menos tempo ainda. Mas aconteceu dele ter sido o catalisador das minhas atenções nos últimos tempos. Só vou se estiver ele no lance, por que dar risada depois é melhor, é 19 anos, é uma pena ter descoberto ele apenas nesse tempo mas é melhor do que não tê-lo conhecido at all.

Tudo agora tem sido na base do "que pena que daqui a um mês" e muda o gosto do momento. Com ele aqui eu até esqueço bastante disso. Me forço a.
É um dos que EU tenho certeza que ainda encontro uma mala pra poder levar pra onde for. Pequeno grande Paah. Meu igual nesse mundo mal.

Pedro.
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