28 fevereiro 2009

I best not catch this flick on Youtube

Yesterday I was making jokes about it. A day before yesterday I realized that our thing was over. But now I'm here, beign soooo teenager about this message.
///Nervous. Feeling 15 again.

ou Drop down diary #10
Nesse meio tempo alguma coisa aconteceu. Deve ter sido decretado o fim dos 19, e começou a ficar evidente. Leio e releio coisas sérias a meu respeito, quero comentá-las aqui, gosto de lê-las. São coisas boas. Poéticas.

Mas a rua também me percebeu. De surpresa me fez ficar com um sorriso idiota no rosto. Esse que eu durmo e acordo.

Enfim... risos... Estou feliz. Logo menos começa o mês das águas, o meu mês. E eu quero por que quero chegar assim por lá.
Não me conformo que Fevereiro tenha acabado, mas é verdade, quando está ficando bom, acaba.

Pra não dizer que eu não falei de carnaval por aqui, lá vai um resumo:
Sexta dia 20 foi no Glória com a saudosa Igi.
Sábado foi despedida da Amália com a Pam aqui em casa. Bebedeira e choradeira.
Domingo 22, segunda 23, terça 24 e quarta de cinzas 25, foi Gambiarra na veia e no coração. A melhor festa de Sampa. Perdido.

Exagero? Talvez, tive meus motivos, como... Passar o carnaval em Sampa, ter que me despedir de quem eu gosto muito (por muito tempo), enfim... Foi diversão mas foi fuga também. Acontece.

Logo tem mais: festa, anos de idade, beijo, Gambi, amigos e família.
Por enquanto vou deixando essa expansividade por aqui.
=)

Pedro.
x

25 fevereiro 2009

I'm your baby tonight

amores de terça-feira (madrugada de quarta) são possíveis. e podem ter toda a sutileza de um grande amor de primavera ou sei lá como nascem esses grandes amores.

os meus são assim, de acasos. e esse foi.
de mãos dadas instantâneas, de abraçar e até cochilar abraçado. fiquei surpreso, admito, por que quando acordava estava tudo lá, naquele lugar improvável, todo o ciúme e e sensualidade que couberam no momento, no sofá. a troca de pernas, a troca de olhares, a companhia, o pescoço, as falas.
de se entender muito bem com um par de toques.
foi mesmo. em pleno carnaval.

Pedro.
x

24 fevereiro 2009

no caminho que ninguém caminha

estou nessa estrada pensando em como eu gostaria de chegar onde eu quero chegar. e mesmo não sendo esse o caminho, é no meu pensamento. se essa moça pudesse prever o que me diz, talvez erraria. mas como ela não pode, e nem um outro moço pode, eles acertam cada passo meu.
estou no caminho que ninguém caminha, as sombras se formam geniais de onde as vejo.

não há nada. restou o colapso da partida com a minha fantasia de carnaval. sempre que me perguntam como eu consigo, eu respondo que é uma fase.
e que eu volto pro mundo em breve.

Pedro.
x

22 fevereiro 2009

fazendo cena de cinema e cena de teatro

O que é o desassossego.

Mostro e remostro. Esses dias, todos eles, me perseguem.
Não me sinto adolescendo solar no mundo de fora. Parece que as coisas não tem paz. E elas não tem.
Me disseram ser várias coisas.
Talvez seja o inferno astral que, enfim, resolveu se manifestar (normalmente sou o último a receber esses encostos).
É.
Por que eu perco o que quer que esteja no ar, por dentro.
Se perde e é pra sempre.

Estou sem ar agora mesmo.
Meu coração palpita tanto de vontade de escrever esse texto, mas eu não me acompanho.
Nunca quis tanto escrever texto algum como esse, ou ouvir essa música que toca... Eu poderia morar nesse texto e comer a música que toca agora, de tão vivo e pulsante que se faz.
De tão bonito, que me deixa rir e chorar. Agora mesmo.
É real. Tem uma entrega forte aqui.
O momento.

Momentos tem sido de perdições, de alfas, deltas e betas. Todos os estados. Eu olho pra televisão e não reconheço. Ontem tive febre de encontrar uma razão. Hoje estou sentindo frio e calor. It's to much to handle.

Outro dia me vi atravessando uma parede.

Pedro.
x

18 fevereiro 2009

hotter / aquecido

Intro> Bass Line > D7/9 C7+9 Bm7 | D7/9 G7 C7/9 C7+9

(Verse 1)

D7/9 ........................................C7+9
I only wake up when the day is getting hotter

Bm7..........................................D7/9.............................................G7+ C7/9
I feel the sun, I sing my songs and there's no other

That can do it like me. (repeat intro)

(Verse 2)

D7/9 ........................................C7+9
I look at ou looking ate me and things are simple

Bm7..........................................D7/9.............................................G7+ C7/9
You love me when I'm loving you and all the world is


In the blue of your eyes (repete intro)

(Chorus 1)

Em7/9........................Am7.................................................................Cm#7 Em7/9
I like you flerting, feel so happy when you're so close to me

......................................................... A7+
While we are waiting

D7/9
The rain

(Chorus 2)

Em7/9........................Am7.................................................................Cm#7 Em7/9
You want me closer, feel excited when I show you my world

............................................. A7+
While are watching

D7/9
The sun (sunset)

------------------------------------------------------------------------------------
Introdução > D7/9 C7+9 Bm7 | D7/9 G7 C7/9 C7+9

(Estrofe 1)

D7/9 ..................................C7+9
Eu só acordo quando o dia fica quente

Bm7..........................................D7/9.............................................G7+ C7/9
E sinto o sol, canto canções e não há gente

Que faça igual a mim (repete introdução)

(Estrofe 2)

D7/9 ..................................C7+9
Olho você olha pra mim e tudo é simples

Bm7..........................................D7/9.............................................G7+ C7/9
Você me ama se eu te amo e o mundo inteiro

No azul do seu olhar (repete introdução)

(Refrão 1)

Em7/9........................Am7.................................................................Cm#7 Em7/9
Eu te encanto quando canto e quando faço chover

............................................. A7+ D7/9
E se te espero chegar

Em7/9........................Am7.................................................................Cm#7 Em7/9
Você me ama enquanto chove e vem trazendo pra mim

............................................. A7+
Na minha rua

D7/9
O sol

(2007)

Pedro.
x

sinopse

eu me lembro de todo encontro nosso
eu me lembro de tudo o que é meu e seu

a síntese do nosso amor é drama.
temos sinopse, programa, camarim e palco.
todas as realidades.

nesse teatro somos dois
eu interpreto o que você precisa, sendo que só você pode contracenar comigo
apesar de você ser platéia que se assiste em cena junto a mim.

você, público, se olha no palco e acha tudo muito absurdo, mas não consegue sair de cena, você, ator.
pois não deseja, não quer se separar de mim.

e depois, você, espectador e pagante, te prende no palco, interagindo comigo, completando toda fala minha.

eu nunca te abandono
pra não te deixar só.
do contrário, o que seria absurdo?
o que haveria pra assistir?
você, platéia me deixaria, não exigindo nada de você, ator.
outra partida.

me deixando
sem falas completas.

(2004)

Pedro.
x

17 fevereiro 2009

eu nunca te disse, mas agora saiba

(...)

Essas lágrimas são todas as partidas com as quais me deparo.
Tenho forçado-as. Tenho feito eu mesmo, minhas decisões e realizar partidas como um esforço de honestidade com o momento.

Um cofre caiu na calçada. Era meu. Guardando tudo o que eu acreditei imutável, insolúvel. Me mantinha rico e seguro quando nada mais vingava.

Enquanto o poeta me dizia que guardar uma coisa é fitá-la e não escondê-la, eu escutava. E foi por isso que lancei mão e joguei meus pertences. Deus é quem decide a minha sorte e a deles a partir de agora.

Nunca mais eu passei por aquela rua.
Venho chorando muito pela verdade dos dias.
E tenho vontade de chorar mais.

Pedro.
x

16 fevereiro 2009

sonhos desse tipo são comuns para um músico simples

Inventei de inventar de fazer uma festa de despedida pra Amália, fazendo de conta que iria dar certo. Inventei e convidei as pessoas que não devem nunca ser chamadas pra festas: nossos amigos, aqueles que nunca comparecem.
Imagina, eu conheço os tipos.

Pior ainda, avisei ao pessoal de casa. Daí já causou um burburinho pior.
Mas beleza. De qualquer forma, o domingo correu normal, com a minha irmã em casa de tarde, Amália, Déia e Mayara chegaram a noite e aí começou o festival.
A festa. A festa das coisas que eu vou sentir falta. Imensa.

Bebemos, bebemos, rimos de alegria e de tensão.
Aqui em casa rolou nosso encontro, como rolaram tantos outros. Esse parecia tão simples e especial. Uma felicidade...

Quando acabou, eu e a Mayara fomos pro Gambiarra pra esquecer o que não era de se esquecer. Fui sem saber disso. Chegando lá, dancei, animei, mas não durou. Logo desabei de chorar e deixei. Tive que deixar. Queria rir e não conseguia, queria falar e não conseguia... Deixei.
Mais tarde me animei e curti como tinha de ser.
(E sem saber que haveria mais).

Pedro.
x

olho gótico de cristão legítimo



não existe caminho de volta
por que não existe volta.

cada ida
é uma viagem
sem volta.

sendo assim,

o caminho da ida,
o mesmo caminho
na volta

é outro.



Pedro.
x

14 fevereiro 2009

eu procurei me manter afastado mas você me conhece

O Timbalada é uma daquelas bandas que, quando ouço o disco, imagino aquela alegria. E sei que vê-los ao vivo é a reprodução fiel da música somada a imagem que eu criei. Só por isso, um show dos caras se faz necessário.
E fomos vê-los na abertura de uma nova casa aqui em Sampa, chamada A Seringueira.

Numa sexta feira 13, eu não sabia, mas estava procurando me perder. Tava virado. Só isso que eu me toquei umas horas antes de encontrar minha irmã e o pessoal.Se eu ficasse em casa, se eu fosse pra outro lugar, não sei. Estava até meio apagado, deixando a desejar.

Daí eu deixei. Estava eu mesmo com a cabeça em outro lugar?
Não sabia. Um transtorno só.
Queria ver o Timbalada por que gosto muito.

O show tava marcado pras dez da noite. A casa abriu às onze.
E papo vai, papo vem, aquela maria mole que eu tinha tomado sumiu da cabeça, bebi outra. Casa bonita, gente pra lá e pra cá, bem organizado. Gostei.

Eu disse que estava meio apagado, não disse?
Mas daí gradualmente aquele lance vai acendendo e ascendendo. Sei que chegou a hora do show e foi porrada, foi soco, pontapé, tiroteio, bala, foi crise de riso, anestesia de dentista e sete de setembro e todos os timbaus.

Tudo numa noite.

Pedro.
x

11 fevereiro 2009

você precisa saber de mim



Pra Minassian, pra Layla, pro Fê, pra Amália, pra Bai e pro Gus.




Pedro.
x

09 fevereiro 2009

e aquele projeto ainda estará no ar

Fiz um flickr. Aquele projeto de guardar fotos numa pasta online, nada muito novo ou assustador. Mas é mais um cadastro pra lista. E é mais uma plataforma pra observar o que andam fazendo por aí, pra depois poder comentar aqui.

Logo que terminei meu cadastro já fiquei amigo de Id ego (Diego lá da Bahia), já que estamos amigos de msn e orkut também. Depois procurei o Fome e o Gardini, outros dois que usam o flickr como meio de guardar o que produzem.
Sejam os poemas do Id e do Fome ou as capas da Playboy do Gardini (que eu também já conhecia do orkut dele), é de primeira.

Saca só, do Diogo:






Do Id:



E essa capa da Kate Moss do Eduardo que está intocável.



O meu trabalho no Flickr por enquanto tem sido retratar o verão de 2009, ilustrando a maior parte das coisas que eu conto por aqui.

http://www.flickr.com/photos/compedro/


À vontade.

Pedro.
x

07 fevereiro 2009

like you mean it

Tem alguns momentos de retorno na minha vida que me deixam com um sentimento estranho, de volta, como se eu, nos tempos atuais, pudesse me visitar, pudesse me ver. Tudo nessas ocasiões são reflexos de coisas que já aconteceram, de atitudes e de como tudo era.
Por isso eu não volto.
A intimidade acaba, o tempo é outro. Nenhum homem nada no mesmo rio duas vezes, não é?

Vejo os meus amigos indo pro colégio antigo, pra vida antiga. E parece ser tão agradável sentir que ainda faz parte daquilo, mesmo por instastes, falsos, que eu também gostaria de participar. Mas por eu ser mais tímido do que a maioria deles, crio um distanciamento cada vez maior.

Isso tudo por que sábado eu fui num churrasco de aniversário de um amigo do colégio e pareceu parte da vida antiga de improvisos, de não ligar pra muita coisa, de ter 16 anos e ser extremamente sociável e não só ficar reparando em detalhes que na maioria das vezes são inúteis.
Foi bom ter isso de volta e saber que ainda está lá. Intacto.

De um lado, truco, do outro narguille, por todos os lados o som alto e as bebidas. Do lado de fora,a chuva.
Eu lá... Fazendo sala pra uns amigos, dançando ali, rindo aqui, falando besteira, uma outra fuleragem. Churrasco que é bom, nada. Em compensação cerveja sobrou até a festa acabar. Já me acostumei até. Chamo de churrasco de pinga e gosto muito deles.

Esses costumavam ser os eventos-chave, que todo mundo comparecia pra gerar a conversa das semanas seguintes, até o próximo churrasco. E como nem tudo são flores, muita maldade colegial é criada sempre que surge a chance. E que ambiente é mais propício pra isso quando se tem uma grande platéia high school e muito álcool?
Pois é. Felizes os ilesos.

Por mais que sejam diferentes os tipos de retorno, alguns deles sempre valem a pena. Não por revisitar algo, ou tentar ocupar um lugar que não existe. Mas saber o que ainda não mudou. E sempre é bom.

Pedro.
x

05 fevereiro 2009

make it wit chu

eu conheço todo jeito.
todo vício.
sem te tocar.

e funciona como se todas as canções de malícia delicada encarnassem em você e em mim. e esse jogo já me fez te abandonar. mas me fez crescer e aprender a voltar.

às vezes eu te olho.
às vezes você.

fauzi sendo recitado no fundo do nosso jeito estúpido de amar.
jogo perigoso.

waiting.

Pedro.
x

04 fevereiro 2009

all the small things

ou Drop Down Diary #9

Afinal, posso me sentir fodão ou não?
Passei na PUC e no Mack e em outras Uni-duni-tês da vida. O sonho do pai e da mãe que sabem que o filho é meio burrinho e nunca vai passar na USP. As segundas opções. Se tivesse prestado Cásper provavelmente passaria também (¬¬).
Fiquei por 20 na minha facul dos sonhos, a Federal Fluminense (e se tivesse escolhido o outro campus, passava).
Só me faltava escolher.

Escolhi por ter uma segunda chance e fazer o certo que é não fugir desse sorrateiro eu que diz por dentro o caminho. Preciso estar em Rio das Ostras em 2010. Nem sei como. Nem sei se posso. Mesmo que seja pra ver nome na lista.
Não quero fazer nada antes disso.

-

A dona Vivo me ligou esses dias, me oferecendo uns celulares aí.
De graça, topamos todas.
Acontece que dessa vez é melhor esperar. Sei lá. Não quero o celular da Cláudia Leitte, mesmo ele sendo melhor que o meu (há controvérsias). A dona Vivo tem que se esforçar e me oferecer mais.

-

Tenho tido idéias de textos ótimas naquele momento em que acordo e logo volto a dormir, sabe?

-

Mas me esqueço.

-

Devo começar um livro ou um projeto novo ainda esse ano. Estou com aquela ansiedade típica de quem quer compor. E como meu amor vai se mudar pra Lua, devo ter motivos bastante pra mágoa. Momentos Amy no baixo Augusta chgando aí.

-

Amália em Assis é um imbrólio, um quiproquó.

-

Fernando em Campinas. Meus amigos estão criando asas.
E logo eu também.

-

Eu e Thay no calçadão em 2010 é o que vira.
Gosto tanto quando a Thay tá assim próxima. Pena que ela é que nem o Zé e no mesmo instante que está, não está mais.

-

Eu não sei me despedir. Nem de mim.

Pedro.
x

02 fevereiro 2009

lá vai lá vai lá vai





E não é que valeu ir atrás de Dalila?
Que show!!!!

Ivete está cada vez melhor, cantando mais, deixando o povo cada vez mais doido e fazendo a festa que é o que realmente importa.

Nessa terceira e final trip pro Litoral Paulista, tive bons flashes, muitas risadas (como sempre!), alguns sustos, um pôr do sol inesquecível e a melhor companhia.

Ivete arreia,
Dalila comanda e a gente segue.





Pedro.
x

01 fevereiro 2009

no meu filme pinta baticum na mesa

Nas andanças pelo Orkut, encontrei um tópico tão bacana, simples, mas daqueles que fazem a gente pensar... Se a vida tivesse uma trilha sonora, qual seria?
Daí o autor do tópico dividiu a vida em algumas fases e falou pra escolhermos as músicas. Simples.
Mas o sentido não é colocar as músicas que tocavam na época, e sim, as músicas que se encaixam no período, que são "iguais".

Como no blog eu tenho muito espaço (e tempo também não me falta) e a compulsão por listas é enorme, vou fazer disso um post.
Vamos lá.

E depois faça-você-mesmo (se já não estiver fazendo!).

1- Créditos de abertura;
"Frosti", da Bjork.

2- Infância;
"Maraçá", do Carlinhos Brown. Tem tudo a ver com as coisas que eu me lembro, do que eu pensava, de como eu via tudo.

3- Adolescência;
"Love, Love, Love", do Caetano pros tempos bons, "Suspension without suspense" do No Doubt pros tempos ruins.
"Boy Interrupted" que é minha e do Vasco, pra todo o tempo.
"Time to pretend" do MGMT pro momento atual, uma vez que minha adolescência não acabou.

4- Você e sua família;
"Tempo rei", do Gil e "Eu sou o caso deles" do Moraes e do Galvão, dos Novos Baianos.

5- Primeiro amor;
Ah... Uma música bem... Como dizer... "Já sei namorar" dos Tribalistas. prontofalei. E "Deve ser amor", do Kid também. Fazer o que... Parece, parece!

6- A primeira dor de amor;
A primeira, a segunda, a terceira, todas... Só ouvindo muito pagode. Fico doido, ouço todos os pagodes que existem. Mas esse, "Cadê você" do Araketu bate recordes. Às vezes alguns boleros setentistas da Bethânia também, tipo "Grito de alerta".
O fino da fossa.

7- Você e seus amigos;
Pro Dré, Vasco, Rafa e outros, sempre lembro da "Outra banda da terra" e de "Drão", por que afinal, eu sou o Drão por causa de um senhor Gabriel.
Do São Luis, do Casão, do Rodrigues, dos cursos, dos trampos, dos acasos sempre é aquela trilha de formatura, né?
Então dá-lhe "Do seu lado" do Nando Reis (ok, com o Jota Quest).
Mas pra mim, amigo é "I'll remember" da Madonna e mais recentemente "Lithium" do Nirvana com o Bruce Lash (a versão do filme "Marley e eu").

8- Uma aventura;
"I like" do Pixies, pela última aventura, que um dia eu conto pro segredo, junto com essa outra, que leva "Get off" do Prince como tema.

9- Ooops! Algo deu errado;

Nem precisei pensar muito, eu cantarolo essa música toda vez que algo vai mal, "Todo errado" do Jorge Mautner.
Essa outra foi meu pai quem me mostrou, "A razão dá se a quem tem" de Ismael Silva, Noel Rosa e Mário Reis. É bem temática também.

10- Sozinho;
"Cais", Milton Nascimento/ Ronaldo Bastos.

11- Um sonho realizado;
Não tem uma faixa fixa. Mas gosto de ouvir "A felicidade" de Tom e Vinícius com Tom Zé quando fico muito feliz.

12- Epílogo;

Tenho boas idéias, tipo, "When you were young" do The Killers, "It's over" do Cure ou "Um certo dia para 21" do Paulinho da Viola. Músicas de conteúdo emblemático.

13- Sobem os letreiros.
"Secret Garden" da tia ou "Tropicália" do tio. Dependendo do fim, lógico. Pode ser mais triste pra poder colocar "Into the Hollow" do Queens of the stone age ou mais feliz com dance music e whistles de "Daydream" da Mariah Carey.
Quantas variáveis. Quantas canções.

"Acontecimentos"...

Ok, fechei essa lista.
Deve ser outra amanhã em outra vida.

Mas não importa quando a trilha de hoje (e ontem) é essa.

Pedro.
x