30 novembro 2008

boy, you gotta carry that weight

I gotta.
And it was clear someday it would happen.
Fate is a bitch.

The weight is mine and it's me.
It's you and it's ours. Love is complicated.

Ok, I'll handle it.
But, excuse me, from here I can see some sins in the package...

And they're not mine.
(and aparently - infortunatlely - not ours...)

Pedro.
x

27 novembro 2008

mesmo com toda fama, toda brahma, toda cama, toda lama

Uh!
Passei pra segunda fase da UFF!!!
Existe uma chance de eu me mudar pro Rio de Janeiro!!!
Dá uma insegurança, uma ansiedade, um medo da segunda fase que até então inexistia.

Sinceridade...
Sabe aqueles momentos em que você fica querendo rir o tempo inteiro mas ainda fica com medo de algo que não sabe do que? Daí acaba querendo rir e chorar?
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.


Tô me sentindo assim.
Tá tudo muito engraçado, mas algo ainda está me dando uns calafrios, um risso escondido com a mão. Vai saber o que se esconde aí.

Brigado Helena. (É brinks viu, tá linda na foto).

"Mesmo com tada PUC, com toda USP, com toda UFF, com toda Unesp, toda Fatec... A gente vai levando esse... (não tem rima...) esse béqui?!"...

Pedro.
x

25 novembro 2008

sem perder o juízo e sem morrer

Minha vida não pode girar em torno do meu desemprego. Por isso eu tenho surtos de sair de casa a qualquer chamado que ocorra e me divertir com qualquer bobagem: alugar um dvd, tomar cerveja, curtir o sol ou correr na chuva. Prefiro aproveitar esses fenômenos naturais por serem gratuitos, e ainda tenho direito a outros, como nadar na ACM por que ainda tenho patrocínio.
Mas o bom disso, do tempo livre, é a disposição que eu tenho pra outras coisas que normalmente eu não teria, por exemplo, aquela ópera no Municipal em plena terça-feira. Normalmente o proletariado se proibiria de comparecer, mas agora "sim, eu posso".

Mentira. Tudo mentira. Quem acredita em Papai Noel acredita nesse primeiro parágrafo.
A verdade é uma só: quanto mais se descansa, mais se quer descansar. A preguiça é cumulativa, tem várias fases, graus. Não existe disposição, existe a primeira temporada de House com 6 dvd's, a cama, as gorduras saturadas, o dia passando e eu debaixo disso tudo. Faz duas semanas que eu evito a ACM por que meus instrutores devem me olhar torto, o sol eu assisto daqui da janela mesmo. A ópera aconteceu de verdade, mas eu fui arrastado dizendo "não, não quero".

Tá vendo, esses parágrafos ao melhor estilo "Melinda e Melinda" se completam. Nenhum deles é 100% verdadeiro, são duas faces da mesma moeda. Tem dias um pouco mais de um jeito ou de outros jeito, tento variar.

O bom é que pego o violão.
Como é bom poder tocar um instrumento. Sempre que fico muito tempo com eles (os violões de casa) vou reaprendendo, recuperando o tempo. Nem sei tocar direito assim, fico vendo as cifras o tempo todo. Mas as músicas que eu mais gosto eu sempre me esforço mais.

A ópera, foi Sansão e Dalila. Foi no Municipal e foi muito, mas muito mais do que eu esperava e eu não queria ir de verdade, mas no fim das contas, era camarote, era no Municipal e valeu muito ter ido.

As músicas que eu tenho me esforçado pra tirar no violão são em sua grande maioria do Caetano e algumas da Marisa Monte, mas essas são fáceis. "Tema de amor" é meu último vício. Nunca gostei dessa música, era a que eu pulava do disco. Agora to que não paro de ouvir e de tocar.
Faz sentido, afinal, o gosto musical de Sansão tem seus cabelos cortados por Dalila e começa a gostar das músicas mais desesperadamente românticas e óbvias da fm e de outros temas de novela possíveis.

E era nisso que eu pensava durante todo o espetáculo.

Pedro.
x

23 novembro 2008

entre as quatro paredes da vida

Sábado e domingo burocráticos...
Nem Chaka Khan e Marsallis eu fui ver por que a chuva anuviou as pessoas do lar.

Fiquei afundando nos colchões e nos sofás de casa.
Eu tomo uma coca cola, etc.

O Vasco me ligou e a gente deve sair essa semana.
Mas na semana é tudo diferente, por que as pessoas ficam ao menos vivas.

É domingo. Please, shot me.
Roda tanta gente roda ao redor dessa praça, essa tarde está morta.

Eu espero que chova till death do us part.
I and I.

bj-se

Pedro.
x

21 novembro 2008

se o mundo for desabar sobre a sua cama

Eu percebi agora, bem agora, (depois que você me fez acordar) que você só aparece quando eu estou vulnerável.
O que importa se todos os meus amigos estão do meu lado na minha sala de aula e estamos nos divertindo? Você sempre vai ser anti-herói, irmão e heroína, que me chama, me pergunta como eu estou. E vai ser sempre verdade, das mais verdadeiras aquela que eu contar pra você.

Como você faz isso?
Por que acordar faz parecer pior?

Mas agora eu não me sinto assim tão só
- só pra constar.
E eu quero você fora dessa.

(leitores, precisamos de mais intimidade nessa madrugada)

Pedro.
x

20 novembro 2008

num eterno domingo

É, acabou telecentro pra mim.
Acabou a função social.
Acabou o proletariado.

Depois de alguns 8 meses de calma e confusão, acho que cansou um pouco pra todo mundo. Sou (mais) um vestibulando por aí, vagando, tentando alguma sorte.
Me sinto bem sendo mais uma vez apenas vestibulando, embora as pessoas não me vejam mais assim. Estava forçando muito a barra do cara da grana que trabalha. Mas eu mesmo não me sentia assim, não estava ligado àquela realidade em que eu mesmo estava. Adorei trabalhar no Telecentro, foi um tempo muito bom. Mas eu não consigo com essas duas prioridades: estudo x trabalho. Eu não sei lidar. Enquanto no trabalho estava tudo bem resolvido, minha vida de estudante está parecendo um queijo suíço e eu preciso acertar as contas com essa parte antes que tudo fique irresolvível pra mim.
8 meses foi um tempo bom. Eu estou supondo que vou terminar o ano da mesma forma que comecei (ok, com mais grana).

Estou numa semana de entender os acontecidos. Por que não é fácil passar por um ano como esse e estar aqui onde eu estou. Num momento eu tinha tudo: trabalho, chefe, turma, horário, compromisso, acordar cedo, cursinho, professores, lição, academia, sono, stress. Agora restou a academia e olhe lá.

Não quero pensar dessa forma mas é o que veio primeiro a cabeça: passei o ano inteiro entre dois mundos, tentando conciliar os dois, me esforçando (na medida do possível) nos dois e não estando integralmente em nenhum. Acabou que sem nenhum eu estou (no momento). E só por isso já é confuso esse tempo todo. Querendo ou não a gente se acostuma com a rotina, faz ela bonita, inventa... Vou sentir falta sim. Por outro lado isso é bom pro meu coração de pisciano conservador, metódico. As coisas mudam por que mudam. Nada dura pra sempre.

Nem fiquei chateado dessa vez.
Nem feliz.

Foi uma daquelas coisas que (ainda bem) viveu e morreu nos seus próprios termos e momentos. E assim o fez pra vida poder andar.

Estamos aí no fim das contas.

Pedro.
x

18 novembro 2008

is just that

sometimes a good kid goes through a rough time.

Pedro.
x

17 novembro 2008

no céu de uma cidade do interior

Fui prestar a prova da UFF em Taubaté no dia 15. Desencanado de muita coisa, inlusive da possibilidade de não passar. Fechei um pacote de viagens pra vestibulandos pra não ter que encarar a estrada sozinho e fui percebendo que tinha mais motivos além dessa prova pra entrar de cabeça nessa transação.
Fiquei triste de ter que perder o fim de semana por uma prova, mas fiquei feliz que ao menos teve uma viagem, uma rota, uma saída daqui de São Paulo. Qualquer coisa que não colocasse mais pressão na prova que eu estava mais esperando durante o ano todo (e sem hipocrisia, essa espera não quer dizer que de alguma forma eu vim me preparando da maneira 100% correta, foi apenas espera mesmo).

Chegamos em Taubaté no sábado às 4 da tarde num hotel simpático, uma suíte pra chamar de minha, simples mas bonito.
Sem ter o que fazer até o dia seguinte às 9 da manhã eu fui fazer um mapeamento, ir até o mercado, andar um pouco. Pra minha surpresa aquele bairro era lindo, a cidade muito bem conservada, limpa, o sol estava brilhando forte e se preparava pra ir embora. Estava esvaziando a cuca de tudo - chefes, trabalhos, das minhas preocupações de vestibulando... Parecia uma viagem minha pra mim. E aí eu comecei a pensr na prova bem mais tranquilo. Foi a primeira vez em semanas que eu estava pensando em mim de verdade.
Depois disso eu voltei, fui conhecer as pessoas que estavam comigo, conversar um pouco e fomos jantar todos no shopping pra voltar e dormir.

Dia 16
Acordei às 6 pra fazer a prova às 9. Eu havia dormido bem cedo na noite anterior, estava sem sono já. Fiz a prova em quase 4 horas. É um recorde pra mim, sério. Fiz uma coisa por vez, sem ficar indo e vindo e tomei o tempo que precisava em cada questão. Foi um diferencial em relação às outras provas em que eu não conseguia me concentrar. Mas não reli nada. Sou sem vergonha, raramente faço uma releitura depois que termino.
Se eu acabei é por que acabou. Acontece que nunca é assim, tirando essa vez que eu tinha acabado mesmo - eu lembrava das questões que eu não sabia!

NO fim da prova foi aquele comentário todo, lógico, sempre é. Eu falei mais com a Lígia que é essa garota muito bacana que eu conheci antes mesmo de ir (uma amiga nossa de orkut nos apresentou) e ficamos amigos até. Na volta eu dormi e cheguei em casa cedo no domingo. Mas não tinha muito o que fazer a não ser esperar pela segunda. E por todo caos que eu sabia que a segunda feira traria.

A segunda feira é hoje, e é agora que eu escrevo. Tudo está aparentemente normal, pensando que está me enganando mas não está. Eu sei que devo esperar algo, alguém, alguma situação. Estou esperando, pensando no fim de semana e em como essa viagem foi um presente pra mim. Estão todos nos seus lugares, as peças nas posições.

Em um fim de texto comum eu diria que é só atacar e ponto final. Mas nesse, eu já dou esse jogo por vencido.
E eu que ganhei.

Pedro.
x

14 novembro 2008

de clave, sol e de multidão

drop down diary #7

Tem essa prova de vestibular muito importante pra mim, da UFF (Universidade Federal Fluminense), pra Produção Cultural que eu vou prestar no domingo agora, dia 16. To pilhado por dentro com isso. Tenho um novo chefe. Estou irado com isso. Mas tenho certa simpatia por ele. Pena também. Mas com raiva nossa cabeça não pensa direito.
Eu não fico com raiva muito frequentemente, não assim, desse jeito que eu estou hoje, pra ligar pras pessoas e dizer essas coisas que eu disse agora pouco. Especialmente quando alguém é sua chefe.

- É assim que vai ser no Telecentro daqui pra frente? Então você se decide: ou arruma alguém decente pra eu trabalhar, ou muda os modos desse garoto ou então nem precisa me esperar segunda feira.

I'm a dare devil.
Mas senti o peso do que falei e desliguei o telefone logo depois. Só pra não ter que ouvir o eco das coisas que eu disse no silêncio do telefone. E isso também foi culpa da UFF, do meu sonho (não gosto de usar essa palavra pelo sentido sentimentalóide-programa-doRaul-Gil que ela tem tido na boca das pessoas), de produzir cultura, de dirigir a cultura... Mas é amanhã isso tudo - prova e resultado. Então deixo tudo pra amanhã e depois e depois e depois de amanhã.

Só a raiva é agora, mas vai passar, já passou. É que eu cheguei atrasado hoje e o supervisor me deixou ficar em casa. Me pediu. Exigiu que eu ficasse.
Eu fico ué! Aproveito e vejo The O.C (rumo à terceira temporada).

Time to put some faith in myself.

Pedro.
x

13 novembro 2008

meu céu desastrado

Sabe gente,
esses sentimentos sem nome ou com nomes de atitudes podem ser tão ou mais confusos que os mais simples e vitais como a raiva, a tristeza, a alegria. Sentimentos sem nomes ou com nomes de atitudes me deixam pensando... Como eu solidifico em uma palavra só a vontade de mudar, a melancolia por me sentir às vezes tão só? Eu sou da capital, eu tenho amigos e família, noites divertidas e semanas ocupadas. Eu tenho segurança. Mas nem isso segura de me sentir imóvel, de não poder alcançar o mundo nunca, de não saber o que esperar mais da vida, ou sequer saber se eu vou poder esperar algo dela.
Não sou um pessismista.
E esse texto certamente não é um texto triste.
Apenas confessional. Eu sei como é sentir ser só e não ser, e o por que disso ser tão ruim é a mentira desse sentir. Não tinha que existir!

Some days I'm really touchy and
Some days I'm willing to forget and
Some days I'm still in love with you
Some days I'm sad and blue

É assim: dá pra saber que nada é perfeito. Dias nascem cinzas, pessoas tem defeitos, e ultimamente poucas coisas tem sido o que parecem ser. As amizedes podem por tudo a perder e o verão está na minha porta me perguntando "qual é?". Qual vai ser a onda que eu vou querer pra esse verão? Juro que estou muito pouco me lixando pra tudo, é verão. É verão!

Mas o que importa é que pode ser o tempo de não ver a vida resumida a tão pouco, ao cansaço, ao ficar de dia se sentindo insone e achar que a noite é só mais uma noite.
Nenhum dia pode continuar sendo mais um dia a partir de agora. Assim como nenhum domingo pode me deixar triste em casa. E se tiver que ser assim, que tudo isso seja no Inverno, que seja no inferno. Ou no céu. Não no meu, desastrado.

Esse texto é um anúncio de que a chuva é pra deixar gente feliz.

Pedro.
x

12 novembro 2008

dessa esquina posso perceber o duplo sentido de tudo

Sem futuro
Passado apagado

Apenas presente

Nem frente
Nem verso

Apenas agora

Que eu só preciso olhar pros lados

Pedro.
x

10 novembro 2008

meu ouvido no radinho de pilha

Sábado eu fui numa festa neandertal, do pré-homem, pré-saudosista, pré-moderno. Aquela energia na véia, promovida por uma rádio que tem esse programa que toca canções antigas(?). Fiquei pensando nos 80, em como as coisas devem ter sido mais es-ca-la-fo--ti-cas e não há outra palavra que combine mais com aquele glam-blaseè-padrão oitentista, eu sou de 89 mas mesmo agora vejo muitas coisas daquele tempo nesse meu (em que finalmente reconheceram os 80 como uma época over). Os 90 foi a rehab e agora estamos sem uma identidade definida. Tá tudo misturado. Nossa música tenta fazer o eletrônico chegar ao acústico em todos os momentos, mas tudo bem.

Então, pensando nessas coisas todas, no Playcenter de madrugada dentro de uma tenda com o dance do início do início da música eletrônica dance-techno (não confundir com o pop 90) fiquei um pouco fora de casa.

Antes de entrar eu pensava que a festaera como uma nova chance a todos os que não se divertiram de verdade na festa de formatura. Não sei o que me fez pensar nisso, mas foi assim que eu senti a "vibe". Pessoal fazendo coreografias, passinhos, muito divertido. Já é kitsch.

Foi assim esse sábado, domingo foi melhor por que a gente almoçou fora e descansou com preguiça em casa. Aiai... Nem pensei em poesia, em canção, em mídia, estrutura, nada. Descansamos com preguiça e mostrei pra ela uns dvd's. Lezera pura.
Eu me divirto muito com a minha irmã. HO-RRORES.

Pedro.
x

08 novembro 2008

venha pra cá, não é proibido

Marisa é gênia.
Inauguro com ela a seção merchan do blog. Mas creio que seja só com ela também.
Poucos artistas fazem um produto a altura do comercial. E poucos sabem como chegar ao público de maneira inteligente. Ela é assim. Gosto da postura, gosto da pessoa.
Digo por que me encontrei duas vezes com ela, uma vez numa sessão de autógrafos na FNAC paulista e outra no Cine Bombril, na sessão de estréia do Mistério do samba. E ela é aquilo tudo... Tudo o que um fã espera, como se já não bastasse a artista, mora?

Fico ali ouvindo, reouvindo o primeiro disco, MM, que eu conheço desde que nasci por culpa da sede de novo da minha irmã e do radar do meu pai. E sempre penso nele como um cartão de visitas, de mostrar influências e referências. Mas ouço todos, tenho minhas preferidas... "Volte para o seu lar", "Abololô", "Sou seu sabiá", "Pecado é lhe deixar de molho", "Quem foi", "O céu" (que virou tema do meu álbum)...

Além de tudo isso... Ela sempre passa por aqui e lê um pouco do Segredo.
Dúvidas?



Salve-se quem puder.

Pedro.
x

06 novembro 2008

oba, lá vem ele



Gostaria de postar a mais "tocante" e até relevante notícia que eu li sobre as eleições, que saiu na CNN ontem e que me fez ver que os estadounidenses ainda podem ter um sonho.
Fiquei emocionado especialmente quando disseram que se tratava da maior eleição com negros votando na história dos Estados Unidos. E pela primeira vez o voto dos latinos foi levado em consideração. Quem disse isso foi o David Gergen que é um dos grandes analistas da política de lá.

E aqui no Brasil, eu gostei do correspondente da Folha que disse que normalmente levaria menos de 10 minutos pra votar e dessa vez levou mais de duas horas na FILA!
Achei engraçado por que criou um movimento de quem queria votar em Barack e de quem simplesmente não queria que ele fosse eleito. É o "Vote or die" que não aconteceu por pouco não aconteceu como o green president, Al Gore.
Penso em pessoas que não votaram em McCain, mas votaram contra Obama em McCain.
E ainda gera uma ação interessante e muita estrada pela frente pro presidente Rolling Stone (ou, como diz Caetano, o presidente mulato).

OBA, lá vem ele...

Pedro.
x

04 novembro 2008

ela é quem causa, quem explana e acende os faróis

The best of 80's & 90's numa pista; the best of new electro na outra; the best of... samba, axé, pagode, mpb e forró. Certamente essa não é a Happy News. Por falar nela, é um ponto que eu não quero ir, e olha que eu só passei na frente e li o breve release dos "sites-guia" da noite, tipo o Oba Oba. E esse trecho confirmou minha suspeita:

"No piso superior está o camarote e a pista de dança para aproximadamente 1200 pessoas, onde o DJ toca axé, funk, black, house e psy. Um grupo treinado para realizar performances anima a pista de dança entre uma música e outra."

Eramos nós, 1+1, rindo em frente à casa noturna com pessoas vestidas ao estilo "festa de formatura light". Ew.
Nosso caminho era outro e graças a Deus envolvia mais do que aquilo que se passava pela Happy News e envolvia até uma tequila-monstro no percurso.

A Bubu mudou, o público mudou e eu também não tenho mais 17 anos e nem preciso de um RG falso pra entrar, o que quer dizer que eu também mudei um pouco. Mas tem alguma coisa ali muito boa e que permanece. Pode ser a música, as pistas diferentes, os dj's competentes, the 90's hits... Algo ali não me deixa sóbrio, nem fisicamente, moralmente ou o que seja. A presença dela nunca me deixa são também.

E essas noites passam rápido - tudo muito inteso e veloz. Gosto da pista de cima e ela da pista do centro - pistas opostas. Mas as vontades são as mesmas, a música é a mesma.
And who cares if fun sometimes is overated?

Pedro.
x



02 novembro 2008

I can go on and on and on

O dia depois daquela noite deveria ser feriado.
Fechado pra balanço. Ou só pra descanso.
Tempo de avaliação de pés e fígado, de cansaço, de sentimentos, de culpa.

Tá tudo girando e eu parado, quietinho.

Ainda bem que hoje é domingo.
Feriado.

Dia de fazer /ofino, meus finados colegas.
Bjoseliguem.

Pedro.
x